7 dicas para escolher o quadro perfeito para o menu do teu bar
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O prato do dia muda todas as manhãs, os petiscos dependem do mercado e a promoção do fim de semana não pode esperar que a gráfica imprima uma carta nova. Por isso os quadros são tão habituais em cafés, tascas e restaurantes: atualizam-se num minuto e aproximam a oferta do cliente.
Hoje existem muitos tipos: pretos ou brancos, de parede ou de cavalete, com moldura de madeira, de alumínio ou sem moldura, para interior ou para esplanada. Nenhum é melhor do que outro: cada um responde a uma necessidade diferente. Neste guia apresentamos-te as 7 dicas para encontrares o que se adapta ao teu espaço.
Quadro preto vs quadro branco para restauração
A cor do quadro faz parte da imagem do espaço. Preto e branco servem para escrever e apagar; o que muda é o estilo que transmitem e o uso a que se adaptam.
O quadro preto evoca o artesanal, o produto do dia e a cozinha caseira. As cores claras destacam-se sobre o fundo escuro, por isso usa-se para menus e sugestões dirigidas ao cliente em cafés, tascas, marisqueiras e restaurantes.
O quadro branco transmite limpeza e ordem, e permite escrever com marcadores de cores vivas. Usa-se em espaços de estilo moderno ou minimalista e na cozinha, para a organização da equipa. As versões magnéticas permitem, além disso, afixar notas ou pedidos.

Tamanho de acordo com a extensão da tua carta
O tamanho é a primeira decisão, porque determina quanta informação cabe e a que distância se consegue ler. Cada formato tem a sua função, de acordo com o que queres comunicar.
- Formato pequeno (40 x 60 cm): pensado para uma mensagem concreta, como o prato do dia, uma promoção ou um horário. Funciona em balcões, junto à caixa ou à entrada.
- Formato médio (60 x 80 cm): o espaço certo para um menu do dia completo, com sopa, prato, sobremesa e café. Encaixa na parede atrás do balcão ou na sala.
- Formato grande (80 x 120 cm): permite mostrar a carta completa de petiscos, pratos ou vinhos, e lê-se desde o fundo do espaço.
Como referência orientativa, cada 3 metros de distância pedem letras com cerca de 2,5 cm de altura: tem isso em conta quando decidires onde o vais pendurar.
Moldura: madeira, alumínio ou sem moldura
A moldura protege as margens do quadro e define o seu estilo. Cada acabamento acompanha um tipo de decoração diferente.
A moldura de madeira traz calor e combina com a decoração clássica de tascas, cafés e restaurantes de cozinha tradicional, como este quadro preto de parede com moldura de madeira.
A moldura de alumínio dá um ar urbano e moderno; é leve e não enferruja, por isso acompanha espaços de design, cozinhas e zonas com humidade.
Os quadros sem moldura oferecem um acabamento limpo e contínuo, pensado para os integrar na parede ou num painel, como parte da decoração.

Superfície: giz tradicional vs marcador de giz líquido
A forma de escrever influencia o aspeto do menu e a forma como se mantém com o passar dos dias. Antes de comprar, convém saber o que vais usar para escolher uma superfície compatível.
O giz tradicional tem um aspeto autêntico e artesanal, e apaga-se num instante com um apagador seco. Acompanha as mensagens que mudam todos os dias, como o prato do dia ou a sugestão do chef.
O marcador de giz líquido oferece cores intensas e traços nítidos que se mantêm intactos durante dias. Acompanha os menus semanais ou os desenhos mais elaborados. Para o usar, confirma que o quadro indica ser compatível com marcador.
Muitos quadros aceitam os dois, por isso podes combiná-los consoante a mensagem.
Fixo na parede ou com cavalete
A localização do quadro decide a quem fala: ao cliente que já está dentro do espaço ou ao que ainda passa na rua. Cada formato cumpre uma destas duas funções.
O quadro de parede está pensado para interior. Atrás do balcão ou junto à caixa, mostra a carta, os vinhos ou as sugestões sem ocupar chão, e pendura-se na horizontal ou na vertical, conforme o espaço disponível.
O quadro de cavalete ou de pé está pensado para a entrada ou o passeio: anuncia o menu a quem passa e convida-o a entrar. Recolhe-se ao fechar e, na versão de dupla face como este quadro cavalete preto para restauração, lê-se dos dois sentidos da rua. O quadro cavalete preto e o quadro de pé reversível são, além disso, magnéticos: com uns ímanes podes afixar um cartaz ou um folheto.

Resistência à humidade se for para a esplanada
Um quadro na esplanada convive com a chuva, o orvalho da manhã, o sol e as mudanças de temperatura. Por isso, se vai ficar no exterior, convém escolher um modelo pensado para isso.
A madeira lacada protege o quadro da humidade e conserva o aspeto acolhedor do espaço. Acompanha entradas de estilo tradicional, como o quadro de pé reversível.
A estrutura de aço combina-se com um painel sintético que não absorve água e dá um ar moderno, como este quadro de pé para exterior.
Seja qual for o modelo, o giz líquido apaga-se com água: recolher o quadro ao fechar ou colocá-lo debaixo do toldo mantém o menu intacto.
Manutenção e limpeza diária
Um quadro bem cuidado transmite atenção ao detalhe e mantém-se como novo durante anos. A limpeza depende da forma como escreves nele.
Se escreves com giz tradicional, basta um apagador seco no dia a dia e um pano húmido uma vez por semana para eliminar o pó.
Se usas marcador de giz líquido, limpa-o com um pano ligeiramente húmido e seca-o bem depois; para restos mais persistentes, basta um pouco de limpa-vidros.
Em ambos os casos, evita produtos abrasivos ou esfregões, que riscam a superfície, e não guardes o quadro molhado.
Escolher bem o quadro é só o primeiro passo: o que realmente atrai os clientes é a forma como o escreves. Se quiseres tirar-lhe o máximo partido, contamos-te como em 5 dicas de hand lettering em quadro para bares.
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